terça-feira, 12 de junho de 2018

Mãe de feto encontrado queimado em churrasqueira em Getúlio Vargas é ouvida pela polícia e alegou que criança nasceu morta e que gravidez era indesejada


Em uma coletiva de imprensa, o delegado de Polícia, Jorge Fracaro Pierezan, que chefia as investigações do caso, esclareceu detalhes sobre o caso do feto, com aproximadamente oito meses, encontrado parte do corpo carbonizado em churrasqueira e a outra parte dentro de um armário na residência, no bairro São Pelegrino, em Getúlio Vargas. Conforme o delegado, a mulher que não teve nome, nem idade divulgados, alegou que praticou o crime sozinha e que o parto teria ocorrido no dia 16 do mês passado.
Conforme a entrevista, a suspeita foi até a delegacia e assumiu o crime. A mulher disse que o aborto foi espontâneo. “Ela nos informou que a criança nasceu morta e ela se desesperou por se tratar de uma gravidez indesejada, que não podia ser descoberta, então ateou fogo na criança a fim de consumir com o corpo dela para que ninguém conhecesse aquela circunstância de estar grávida.” disse Fracaro.
O corpo do recém-nascido, foi encaminhado para necropsia para averiguar se já nasceu sem vida ou se foi morto após o nascimento.  O delegado pediu a prisão preventiva da autora, mas não foi atendido pela justiça, assim, a mulher vai responder ao inquérito em liberdade. A investigação também não descarta ainda o envolvimento de terceiros no caso.

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