quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pardais das rodovias federais voltam a flagrar infrações no Rio Grande do Sul e de Santa Catarina



Os controladores fixos de velocidade das rodovias federais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina voltaram a registrar infrações. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), os pardais ficaram inoperantes por 11 dias, entre 27 de junho e 7 de julho. 
O motivo foi o término do contrato emergencial com a empresa Kopp Tecnologia. Apesar dos equipamentos terem permanecidos ligados, a autarquia garante que eles não fotografaram qualquer infração. 
Um novo vínculo com a empresa foi estabelecido. Essa foi a terceira vez que o prazo com a Kopp foi ampliado, a segunda sem a realização de licitação. A empresa tem contrato com o Dnit desde 2010. 
Os controladores ficarão ligados pelos próximos seis meses. Neste período, o Dnit pretende concluir a nova licitação que irá escolher quem ficará responsável por instalar e monitorar 8 mil faixas de tráfego em todo o Brasil. 
O contrato terá duração de cinco anos. O custo máximo que será pago pelo Dnit corresponde a R$ 2,28 bilhões (R$ 2.283.764.595,36). Para o Rio Grande do Sul, o monitoramento deverá ocorrer em 506 faixas de tráfego ao custo de R$ 164,7 milhões (R$ 164.703.031,21).
A concorrência havia sido lançada em maio do ano passado, mas foi suspensa um mês depois. Segundo a autarquia, a licitação foi interrompida em virtude de várias impugnações, questionamentos e auditorias de órgãos de controle. Ela foi reaberta no começo de janeiro de 2017, mas voltou a ser embargada no mesmo mês por decisão judicial. A disputa foi reaberta em abril, mas pouco mais de um mês depois voltou a ser suspensa. Em junho, o processo foi reaberto.

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