quarta-feira, 28 de junho de 2017

Frio intenso só daqui a um mês no Rio Grande do Sul, diz meteorologista

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inverno começou há uma semana e, nesse período, o frio não apareceu na região. Na manhã desta terça-feira, chinelos, vestidos de alcinha, shorts, bermudas e camisetas davam cara de verão em pleno fim de junho. Enquanto as vendas de aquecedores esfriou, os sorvetes, milk-shakes e sucos gelados estão entre os mais pedidos.
A temperatura máxima na cidade chegou a 26,8ºC, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A partir desta quarta-feira, as temperaturas devem começar a baixar um pouquinho, mas o frio de cachecol, luvas e gorros só deve dar as caras por aqui daqui a um mês.
– Um bloqueio atmosférico é o responsável por esses dias que nos acompanham há uma semana, com temperaturas acima dos 25ºC e sem condições para frio à noite. Esse bloqueio está ocorrendo no Oceano Pacífico, entre a Austrália e o Chile, provocando uma configuração de sistemas de alta e baixa pressão. Isso influencia muito o clima para o sul do Brasil porque as massas de ar frio conseguem chegar só na Argentina – explica o meteorologista Gustavo Verardo, formado na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
Ainda de acordo com Verardo, os ventos fortes dos últimos dias são decorrentes de um sistema de alta pressão que está sobre o Oceano Atlântico, que está trazendo esse ar mais quente e seco da região central do país para o estado. Mas, hoje, esse veranico fora de época deve se despedir com a possibilidade de chuva e de declínio da temperatura entre amanhã e sexta-feira. De domingo para segunda, os termômetros podem marcar mínimas de menos de 10°C. Mas o frio intenso mesmo, como o da semana passada, só deve aparecer, segundo Verardo, na segunda quinzena de julho. 

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