sábado, 20 de maio de 2017

Lixão de São Borja continua sendo um problema para a administração municipal

Lixão de São Borja continua sendo um problema para a administração municipal

Os resíduos que são recolhidos diariamente na cidade pela empresa Eco Verde continuam sendo depositados no aterro localizado no bairro do Passo. O secretário de Infraestrutura e Serviços Urbanos, Edson Damião Ribas, diz que a situação é realmente importante, mas que a Prefeitura está buscando as alternativas para amenizar o problema.
Uma das possibilidades em estudo é o envio do lixo recolhido em São Borja para a cidade de Giruá, que possuí a estrutura básica necessária e recebe resíduos de outros lugares. Porém, de acordo com Damião, essa operação é economicamente elevada para o município, por isso, o prefeito Eduardo Bonotto estuda se essa alternativa realmente poderá ser aplicada.
Enquanto estuda as alternativas possíveis, o executivo destaca que o objetivo continua sendo implementar um aterro sanitário dentro dos padrões exigidos pela lei, mas devido aos altos investimentos, essa é uma questão que demanda de tempo.
Aterro Sanitário Regional
A criação de um aterro sanitário que seria utilizado pelos municípios de São Borja, Santo Antônio das Missões, Itaqui e Maçambará chegou a ser debatida por representantes das cidades e o governo estadual em 2016.
Naquela oportunidade, o então presidente da Câmara de Vereadores de São Borja, Eldomir Marchezam, esteve participando ativamente das negociações e três opções de locais foram apresentados para a Fundação Estadual de Proteção Ambiental.
Dois dos terrenos tiveram resposta negativa da Fepam. O terceiro seria avaliado, mas o debate sobre o projeto não continuou. Na época existiam indicativos que esse terreno, que fica localizado entre São Borja e Santo Antônio das Missões, deveria ser aprovado, sendo iniciado logo após o processo burocrático necessário para efetivação do projeto.
Algumas empresas inclusive estavam interessadas em financiar a construção do aterro sanitário, mas essas autorizações são de responsabilidade do governo estadual. O atual lixão de São Borja voltou a ser utilizado no ano passado, após autorização da Fepam.

Sem solução para o caso, o lixão contamina cursos d’água, lençóis freáticos e todo o ecossistema na região.

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